sexta-feira, 21 de agosto de 2015

TERCEIRA FEIRA DE LIVROS DO IHGRN

 
A Diretoria do IHGRN convida V.Sa e Família para participar da TERCEIRA FEIRA DE LIVROS DO IHGRN, a se realizar no dia 21 de agosto de 2015 em sua sede, na Rua da Conceição n° 622 – Cidade Alta – Natal RN, com noite de autógrafos depois das 18:00h.
HORÁRIO: Das 9:00h até 22 horas.
 

Música ao vivo a partir das 18 horas e Banquinhas para lanches.

 Local : Largo Vicente Lemos. 

Livros doados para a venda a preços módicos. 

Música com Tita dos Canaviais 
 

http://ihgrn.blogspot.com.br/

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Município de Ielmo Marinho é incluído na região Metropolitana de Natal.



Mais antes de você conhecer quantos e quais são os municípios que compõem a grande Natal são boas algumas explicações:

O que é uma metrópole?

É um tipo de cidade responsável por gerar uma grande dependência econômica, política e social em outras localidades e regiões. Ela costuma agregar um entorno formado por duas ou mais cidades, que configuram a sua área ou região metropolitana.

O que é uma região metropolitana?
É uma área formada por vários municípios que apresentam uma estrutura ou aglomeração urbana interligada entre si ou em torno de uma cidade principal, geralmente uma metrópole. Assim, uma região metropolitana costuma ter um município-sede e as demais localidades sendo suas cidades-satélites ou área metropolitana.



 Agora são 12 os municípios que fazem parte da Grande Natal.

 

São eles:

 Natal (município-sede), Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Ceará-Mirim, São José de Mipibu, Nísia Floresta, Monte Alegre, Vera Cruz, Maxaranguape e Ielmo Marinho.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Pobres pagam mais impostos que os ricos no Brasil.




Elite brasileira costuma reclamar dos impostos, mas estudo internacional revela que os ricos do Brasil pagam bem menos tributos do que se imagina, enquanto os pobres são os que mais contribuem para custear os serviços públicos do país.

É um sistema feito para poucos entenderem. Difícil na forma, mas simples no resultado: na prática, os ricos pagam proporcionalmente menos que os pobres.  A saber:

1.       No Brasil, os impostos diretos, como o IPI(Imposto sobre Produtos Industrializados) e o ICMS(Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal), representam quase metade do total da carga tributária. Como se sabe, esses impostos incidem sobre os gastos da população na aquisição de bens e serviços, independentemente do nível de renda de quem os adquire. Pobres, ricos ou classe média pagam rigorosamente a mesma alíquota(percentual com que um tributo incide sobre o valor de algo tributado) para pagar o fogão e a geladeira. Mas o Leão devora a fração maior das rendas menores.

2.       Já o Imposto de Renda contribui com modestos 20% – ou um pouco menos – para a formação da carga tributária total. E de maneira inversamente democrática. Há estimativas que sugerem o seguinte: enquanto os que ganham até dois salários mínimos recolhem ao Tesouro quase 54% da renda, aqueles que recebem acima de 30 salários mínimos contribuem com menos de 29%.

3.       O imposto sobre fortunas, previsto na Constituição de 1988, jamais foi regulamentado.

4.       Por causa das remessas de dinheiro para refúgios fiscais.

5.       Empresários ficaram isentos de pagar imposto sobre lucros e dividendos distribuídos, pela lei 9.249, de 26 de dezembro de 1995, sancionada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

*A maior carga tributária é a da cachaça, que é 82%, por ser considerada um item supérfluo, assim como acontece com artigos de luxo e eletrônicos.

Infelizmente o Brasil está entre os 30 países com pior retorno à população em função do bem- estar e retorno em serviços.